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Um estudo publicado no “The American journal of Pathology” e realizado em camundongos de laboratório sugere que focos de endometriose quando localizados em locais propensos a contato com sêmen, como por exemplo, vagina e septo retovaginal, poderiam crescer e piorar.
Os autores do estudo afirmam que apesar da incerteza do mecanismo de ação, há uma hipótese plausível: o tecido endometrial, afirmam, pode gerar novas células e crescimento quando exposto a proteína conhecida como TGF-Beta. Esta proteína é produzida de maneira controlada pelo organismo da mulher, mas também está presente no liquido seminal. Portanto, as células endometriais dos focos de endometriose podem ser estimuladas a proliferar de uma maneira desorganizada quando em contato com o sêmen.
Se isso for realmente comprovado, atitudes como o uso regular de preservativos poderia reduzir a prevalência e severidade desta doença em determinadas mulheres.