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Cirurgia conservadora, ao contrário da radical, é aquela que tem como objetivo secundário a conservação do órgão acometido por alguma doença evitando assim a sua extirpação.
Nas portadoras de endometriose com indicação cirúrgica, tanto para melhora da dor como da fertilidade, a cirurgia conservadora é reservada para aquelas que têm desejo reprodutivo, sejam nuligestas ou não.
Porém, o grande desafio que enfrentamos é a recorrência dos sintomas e das lesões após um determinado período. Segundo os estudos há recidiva de 21% em 2 anos e até 50% em 5 anos.
Portanto, para prevenir a recorrência de sintomas e lesões após a cirurgia conservadora, com exceção da paciente que quer engravidar de imediato, é imperativo instituir um tratamento medicamentoso para controle da doença, e o tratamento hormonal é a opção mais indicada no momento.
Estudos mostram que independentemente da lesão e do tipo de medicação, as pacientes que pararam com a medicação experimentaram uma incidência mais elevada de recidiva, o que indica que o efeito protetor destes medicamentos parece desaparecer rapidamente após a descontinuação do tratamento.